Nano maçã-do-amor

A nanotecnologia, que trabalha com partículas de bilionésimos de metro, tem gerado um passatempo divertido, a confecção de “nanoarte”. Pesquisadores do Instituto de Química, em Araraquara, em parceria com a UFSCar (Universidade Federal de São Carlos), vêm desenvolvendo obras como essa. A imagem, de dióxido de estanho (SnO2), está aumentada 10 mil vezes. A substância pode ser aplicada em sensores de luz ultravioleta e de gases. As cores são colocadas posteriormente.

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