Marilza Vieira Rudge

Com mais de 8 mil partos na bagagem, a professora do Departamento de Obstetrícia da Faculdade de Medicina, em Botucatu, e pró-reitora de Pós-Graduação da Unesp gosta tanto de seu objeto de trabalho que passa seu tempo livre colecionando grávidas em miniatura. São estatuetas, bonecas e outros objetos que simbolizam a fertilidade feminina, comprados por ela em viagens pelo país e exterior ou presenteados por colegas ao longo dos 40 anos de profissão.

Santinha
A estatueta de Nossa Senhora do Bom Parto, protetora das grávidas, veio da cidade do Porto e foi presente de um colega português, em 2002

 

 

Produção em série
Para Marilza, esta peça trazida de uma de suas viagens ao Nordeste ilustra um sério problema em muitas regiões do Brasil: a falta de planejamento familiar

 

 

Rainha do cangaço
Em visita a Fortaleza, na década de 1990, a professora pediu a um artesão que fizesse uma mulher grávida. Ele a surpreendeu com a “mãe de Lampião”

 

 

Barbie-mãe
Apesar do preço salgado, ela não resistiu e comprou a boneca grávida num hotel de luxo em Campinas nos anos 1990, por ocasião de um congresso de Obstetrícia

 

 

Mulher Maravilha
Tida pelos colegas como uma mulher enérgica, a professora achou que o quadrinho, comprado na Flórida, em 1988, a descreve bem

 

 

 

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