A serviço da sociedade

Nossa matéria de capa mostra como técnicas modernas da genética estão chegando a crianças que desconhecem o pai, um trabalho desenvolvido pelo Laboratório de Investigação de Paternidade da Unesp que funciona no câmpus Araraquara e se tornou um exemplo de uso de tecnologia de ponta para fins sociais, como lembra na reportagem a professora Regina Cicarelli, uma das responsáveis pelo laboratório.

Esse tipo de trabalho, que faz uma reconstrução do perfil genético com base em um leque de informações consanguíneas, ajuda a reduzir o custo na busca do suposto pai e evita processos mais custosos e imprecisos, como a exumação de cadáveres.

Esta edição também mostra dois estudos relevantes feitos a respeito de dois biomas presentes no país, a Mata Atlântica e o Cerrado. Ecólogos da Unesp em Rio Claro reuniram o maior banco de dados abertos disponível referente à floresta atlântica, uma referência para a comunidade científica. No estudo sobre o Cerrado, pesquisadoras unespianas, também do câmpus de Rio Claro, mostraram como espécies invasoras ameaçam a restauração de formações do bioma.

Ainda na área de ecologia, uma reportagem sobre ilhas de calor em Presidente Prudente indica como estudiosos desenvolveram uma metodologia que torna mais preciso o mapeamento desse tipo de fenômeno que ocorre nas cidades.

Para finalizar, um estudo aplicado no Paraná, com a colaboração de pesquisadores da Unesp, ajudou autoridades de saúde daquele estado no combate à doença de Chagas, uma das enfermidades consideradas “negligenciadas” no universo da saúde pública.

Seja na genética, na ecologia ou na saúde pública, a Universidade Estadual Paulista segue, cada vez mais, a serviço da sociedade.

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